E as fotos cascata continuam em alta

11 Abril, 2009

Eu posso estar ficando louco, mas confesso nunca ter visto esses indicadores de saída das arquibancadas do Olímpico, como mostra a foto.

celso-rothFaz um certo tempo que não vou ao Monumental, por falta de tempo ($$$), mas sempre que posso compareço ao estádio. Porém, contudo, todavia, entretanto, eu realmente nunca prestei atenção nestes sinalizadores. Por outro lado, e posso estar enganado, mas acredito que estes nem existem.

O que me faz crer nisso, é que como a foto foi tirada no momento em que Celso Roth foi demitido do Grêmio, e ia embora do estádio, seria de grande sacação os indicadores mostrando os rumos da saída, como acontece na foto.

Na terça-feira, um dia após a demissão do Roth, Paulo Sant’ana escreveu na sua coluna de Zero Hora e publicou em seu blog (ctrl+c; ctrl+v) o texto intitulado “Sem substituto pra Roth”.

Eu costumeiramente comento em alguns blogs da Zero Hora. O do Paulo Sant’ana muito raramente, exatamente por achar ele um idiota que não sabe o que diz. Mas desta vez comentei, só que não a respeito do texto, e sim falando da foto que ilustrava o texto.

Quero frizar que o comentário que fiz, foi no mesmo dia em que o post foi publicado.

comentario_blog1

A intenção da imagem a cima era de mostrar o post do Sant’ana e ao lado meu comentário que fiz. Mas quem quiser conferir o que escrevi, pode clicar aqui

Por via das dúvidas, marquei o ítem que me informa que meu comentário foi publicado no blog. Eis então que hoje recebo a surpresa. Hoje, dia 11 de abril, recebo o e-mail de confirmação, ou seja, só hoje que meu comentário foi ao ar.

confirmacao

Seria mera coincidência um comentário que foi escrito a quatro dias atrás só ser publicado hoje e mesmo assim, ele ser datado como do dia 7? E mais: seria loucura pensar que, a Zero Hora, para não passar por anti-democrática não publicando meu comentário, só o fez quatro dias depois, depois que o post do Sant’ana já havia caido no esquecimento e ninguém iria ler o comentário perdido entre os muitos outros?

Já imaginaram que chato seria se todos os 91 comentários (logicamente, a maioria gremista e frequentadores do Olímpico) ao irem ao estádio procurassem observar se há ou não os sinalizadores, e caso a resposta fosse negativa, que não há sinalizador algum, como eles poderiam permitir em ser denunciados dentro do próprio meio deles, que é o Blog so Sant’ana?

Sobre foto cascata leiam sobre o caso do Professor Ungaretti no blog Cão Uivador e veja as conseqüencias de criticar as grandes mídias no seu blog particular, o Ponto de Vista


A culpa é de quem?

12 Março, 2009

Os torcedores gremistas devem estar em crise. A direção do tricolor havia afirmado que em caso de mal resultado no jogo contra o Boyacá Chicó, na Colômbia, Roth iria conhecer o olho da rua.

Como é de conhecimento geral, os torcedores tem ido ao estádio pedir a cabeça do técnico, porém, o jogo de ontem, não era apenas uma simples partida. Ela valia o ganha-pão do treinador e uma boa colocação do time na Libertadores.

Creio que muitos torcedores deveriam estar torcendo para que acontecesse um empate mediocre, assim o Grêmio não ficaria numa situação tão desconfortável na Copa e Roth iria, de mala e cuia, pegar um táxi na Carlos Barbosa direto pra qualquer lugar bem longe do Olímpico.

Mas e agora? O Grêmio venceu e o Roth ficou. Os torcedores comemoram ou ficam de cara?

A questão crucial me parece, não ter sido a permanencia de Celso, mas a vitória pífea do Grêmio em cima do fraquissimo time colombiano.

Apesar dos três pontos somados na Copa, o tricolor não fez uma boa partida. E desta vez, Roth não poderá ser responsável pelos acontecimentos.

Precionado pela torcida e pela direção, além de sentir um friozinho na barriga por ter sua cabeça a prêmio, o técnico, engoliu a seco o seu orgulho e desistiu de usar o 3-6-1 partindo pro jogo numa estratégia que alternava entre o 4-4-2 e o 3-5-2, onde Réver estava, ora exercendo funão de zagueiro, ora ia mais ao meio exercer função de volante.

Particularmente achei a idéia muito boa. Fechou atrás e o Victor não teve nenhuma preocupação séria.

Porém, assim como o jogo contra o Universidad do Chile, o Grêmio foi superior em campo, mas desperdiçou muitas chances de gol, perdendo novamente uma boa oportunidade de aplicar uma goleada.

Foram ao todo 10 chances claras de gol, sendo que três delas foram em menos de um minuto. Jonas conseguiu a façanha de errar o gol três vezes seguidas, na mesma jogada.

Me parece que em duas partidas ter 24 chances de gol desperdiçadas, não pode ser responsabilidade do treinador. Ele não está em campo. O máximo que ele pode fazer é ir até a beirada e dar ordens aos seus jogadores. Mas não pode dizer a eles a hora de passar, ou de chutar a gol. Se alguém acredita nisso, deve estar jogando Winning Eleven 9 demais.

Na noite de ontem, vimos que o problema não está apenas no Celso Roth, mas no grupo como um todo. Em especial no ataque, que apesar de grandes nomes, parece que ainda não está bem afinado para disputar grandes competições.


Cansei

3 Março, 2009

Eu sempre fui um defensor do Celso Roth. Quer dizer, logo que ele veio treinar o Grêmio, no ínicio do ano passado, não fui muito a favor, mas com o tempo ele mostrou merecer o meu respeito.

Mesmo com o tropeço do final do ano, que começou quando o Grêmio perdeu pro Goias em casa e acabou ficando em segundo lugar no Brasileirão, eu mantive uma posição pró-Roth.

Na realidade, acho até que ele conseguiu fazer certos milagres, ainda mais com o time que o Grêmio tinha. Ou melhor, o time que não tinha. Na época, o tricolor não tinha time. E mesmo assim conseguiu ficar em segundo.

O título era possível e estava nas nossas mãos, mas não responsabilizo Roth por isso. O Grêmio não estava preparado para o título. Não tinha braço pra isso. (É duro reconhecer isso, mas é verdade). Diferentemente do São Paulo, que trabalha com a mesma equipe a muito mais tempo, além de ter um dos melhores elencos do Brasil.

Porém, paciência tem limites. E a minha já está esgotando.

Quando Roth quis usar o 3-6-1, eu fui a favor. Acreditei que poderia dar certo. Afinal, já vi o Milan usar a mesma tática na época de George Weah no fim da década de 90 (nossa, como é estranho se referir a década de 90 como um passado distante) e depois com shevchenko  mais recentemente e conquistar excelentes vitórias.

Só que eu não me liguei em dois detalhes:

1º O time do Milan, assim como a maioria dos times italianos, são retranqueiros por tradição. Nos últimos anos têm mudado sua postura e partido mais pro ataque, chegando a jogar num 4-4-2 bem ofensivo.

2º O futebol italiano é completamente diferente do futebol brasileiro. E isso faz toda a diferença. Lá se joga em dois toques. Aqui são outros quinhentos.

Ou seja. jogar no 3-6-1 não é algo muito inteligente no futebol brasileiro. Mas mesmo assim, acreditei que o inovador poderia surpreender.

Mas não surpreendeu. Peredemos TODAS as partidas que utilizamos desta tática. Na verdade, ganhamos uma. Mas a vitória só veio quando Roth tirou um meia e pôs mais um atacante, passando pro 3-5-2.

Após a excelente partida contra o Universidad do Chile, quarta-feira passada, mesmo o Grêmio não tendo vencido, o time mostrou que funciona muito melhor com dois atacantes a frente. A prova disso foi que tivemos 13 oportunidades de gol além de quase 80% de posse de bola. A bola não entrou por mero detalhe.

O mesmo ocorreu dias antes, quando o Grêmio ganhou do Brasil de Pelotas, uma semana antes, por 3×0 também utilizando dois atacantes.

Quanta eficiência do ataque.

Visto que o Grêmio joga muito melhor com dois no ataque, que a torcida aclamava por dois atacantes, que os próprios jogadores esperavam jogar com dois a frente, POR QUE RAIOS O CELSO ROTH QUIS USAR A FALIDA 3-6-1 no GRE-nal???

Além de saber que a estratégia é falida, partir pra defensiva em um GRE-nal no Beira-Rio lotado, onde o time do Inter – e eu odeio ter que reconhecer isso – tem o melhor ataque do campeonato, não é ignorância. É burrice!

Além disso tudo, se tivesse vencido o turno, poderiamos jogar o returno com os reservas e nos dedicar integralmente pra Libertadores, pois já garantiriamos uma vaga pra final do Gauchão.

Caramba, o que passa na cabeça desse cara? Temos quatro atacantes fortes só pra ter nome no papel? E claro, por que quando o Grêmio empatou a partida, Roth voltou a se defender?

É melhor ele mudar de postura, ou mais cedo ou mais tarde sairá do cargo pra nunca mais voltar. Eu deposito em ti, uma última esperança. Não me desaponte.

E na Libertadores não esqueça que tens na mão Alex Mineiro, Jonas, Herrera e Maxi Lopes. USE-OS!


Xadrez no futebol

19 Fevereiro, 2009

Pode parecer maluquice da minha cabeça, mas raciocinem comigo:

O Grêmio no atual momento disputa dois campeonatos. O Gauchão, que não tem expressão nenhuma e que não faz muito sentido disputá-lo se não for para haver um belo gre-nal na final; e a Libertadores que dispensa descrições.

Da mesma maneira que o Grêmio, o Inter também disputa dois campeonatos. O mesmo Gauchão, e a Copa do Brasil, que também logicamente  não tem o mesmo peso de uma Libertadores e comparar as duas competições seria insanidade. Inclusive, a forma como as duas ocorrem são bem distitntas.

[Nota do Editor] – não é minha intenção minimizar a Copa do Brasil ou maximizar a Libertadores, como muitos poderiam achar, pelo fato de eu ser gremista e estarmos competindo a segunda, mas todos devem reconhecer que existe grandes diferenças na forma de competir nestas duas copas. Além do mais, diferente dos nossos co-irmãos vermelhos, reconheço a Copa do Brasil como um campeonato de grande expressão nacional e reveladora de grandes craques.

Continuando. Se o Grêmio passar pelo Juventude neste sábado, pelo Gaúchão, jogará as semi-finais do campeonato, na sexta-feira seguinte, dia 27. Contudo, dois dias antes, estreará na Libertadores. E caso passe para a final, a decisão do turno do campeonato será no domingo, dia 1º de março, dois dias depois das semi-finais.

Como é de se esperar, Grêmio dará prioridade ao torneio continental e conseqüentemente, o regional ficará em segundo plano. Assim sendo, possivelmente jogará com time misto, ou reservas as semi-finais e finais.

Prevendo o acúmulo de jogos e sabendo que ninguém quer disputar um campeonato com a intenção de não levantar a taça, a direção gremista procurou a Federação Gaúcha de Futebol para re-marcar o jogo da final, passando do domingo para a segunda-feira.

É de conhecimento geral também que, óbviamente, Grêmio e Inter são os favoritos para o título, tanto do turno, quanto do returno, como da decisão final.  Até porque, ambos tem mando de campo nas partidas decisivas, em função de terem sido os 1ºs colocados de seus respectivos grupos.

E caso dê, e tudo indica que dará mesmo, GRE-nal na final, a partida seria disputada no Beira-Rio, por melhor aproveitamento no campeonato, por parte do time colorado.

Porém, - e aí está o que me refiro no início do texto - tendo o mando de campo da final do gaúchão e sabendo dos planos do Grêmio, de possivelmente jogar essa partida com um time misto ou reserva, o Inter, que estreou ontem na Copa do Brasil contra o União Rondonópolis, do Mato Grosso,  estrategicamente perdeu a partida por 1×0, obrigando a acontecer um jogo de volta, no estádio Beira-Rio, no dia 4 de março.

Com isso, o pedido do Grêmio a FGF teria que ser negado, pois o inter usaria de argumento não querer jogar a final na segunda-feira, visto que teria uma “importante” partida a fazer na quarta.

Ou seja, como num jogo de xadrez, o inter pensou nas jogadas seguintes e colocou o Grêmio em xeque, obrigando-o a jogar a possível final, sem seus principais atletas.


Estratégias para atingir as metas

17 Fevereiro, 2009

Eu não costumo escrever a respeito, pelo menos no blog, sobre aquele time de beira de rio, o Internacional. Mas de fato confesso, que hoje não me contive a falar sobre um fatídico episódio que aconteceu há umas duas semanas e que virou motivo de chacota por todo o estado.

Como é de conhecimento geral, 2009 é o ano do tão esperado centenário do Inter. E uma de suas campanhas é conseguir, até a data de aniversário dos 100 anos, chegar aos 100 mil sócios do clube.

Uma campanha muito interessante e que está muito próxima de ser concretizada, visto que o time já beira os 80 mil sócios. Tá certo que os métodos não são lá muito interessantes.

Certa vez, caminhando na Redenção em um domingo de sol, fui abordado por belas mulheres, loiras e morenas, trajadas com justíssimas roupas nas cores vermelha e branca, me questionando se eu não gostaria de me tornar sócio do inter. Antes mesmo dela terminar a palavra inter, já fui dizendo:
- “JAMAIS!”

Mas com certeza, naquela mesma tarde de domingo, muitas pessoas foram ludibriadas pela beleza daquelas mulheres e assim, e as vezes sem nem ter condições de pagar as mensalidades do clube, aceitaram se tornar sócio.

Ok, há quem ache que o método é justo. Inclusive, sábados e domingos a fio, elas estavam novamente na Redenção, recrutando novos sócios afim de atingir sua meta de 100 mil. E não só, outras garotas no estilo de propaganda de cerveja também apareciam no Gasômetro, Marinha, Parcão entre outros parques de Porto Alegre cumprindo a mesma função.

Buenas, eu sou da teoria que o torcedor é que tem que ir atrás do clube para se associar. Se informar, correr atrás. Mas se tem aquele facilitador, no caso facilitadora e QUE FACILITADORA, para se associar no clube, que mal há, não é mesmo? Tanto que fiz pouco caso do assunto. Creio que só dei uma brincada entre os colorados amigos.

Mas caio em gargalhadas ao ver o tamanho apelo que a direção tem para atingir sua meta na data marcada. Se não bastasse ser assediado nos parques, a direção passou a aceitar animais como sócios.

Depois de ler o Blog do David Coimbra sobre o assunto, caí no riso. Abaixo segue o texto sobre o assunto:

O cachorro indignado

Dias atrás, nós aqui do Esporte também invadimos essa seara nevrálgica. Publicamos matéria com Borg, um cachorro que foi associado ao Inter por sua dona. Notícia inofensiva, aparentemente.

Aparentemente.

A matéria despertou a indignação de uma torcedora que se identificou como “doutora Isabella Bard Correa, advogada e mestre em Direito Civil”. Doutora Isabella enviou um alentado e revoltado imeil que, em parte, reproduzo a seguir:

Estou escrevendo para o senhor devido ter me sentido lesada, haja vista o Dudu (no pedigree o nome é Edward) ser sócio contribuinte do Internacional como meu dependente, com mensalidade devidamente descontada no meu contracheque da Justiça Federal.

Colocaram na reportagem da Zero Hora aquele cachorro que há dois dias era sócio. O Dudu é sócio desde que nasceu, é garoto propaganda de várias pet shops e inclusive tem book feito por agência de publicidade. Somos colorados apaixonados pelo Inter, o quarto dele é todo decorado com produtos da loja do Inter, saci, bola etc.

O Dudu só veste as roupinhas oficiais do Inter, porque compro tudo lá na loja. Ele tem camisetas autografadas, toalhas, bandeira do Inter e fotos com jogadores. Diante disso, acredito que posso requerer a foto do meu lhasa apso fardado na Zero Hora. Na carteira dele de contribuinte consta Eduardo Correa, por ser meu dependente.

Inexiste problema com os dirigentes do Inter, porque o Dudu será sempre criança, e criança não vota. Eu votei nesta eleição. Espero que o senhor acate meu pedido por ser plenamente possível. O Dudu é meu filho único, por isso é tudo pra mim”.

Note, caríssimo leitor, as agruras por que passa um operário da informação. Quando publicamos a notícia sobre Borg, o cão sócio, o fizemos na intenção singela de registrar o inusitado. Ou, pelo menos, o que acreditávamos ser inusitado. Não era. Não suspeitávamos que, entre os milhares de integrantes do quadro social do Inter, havia outro cachorro, Edward (chamo-o pelo nome de registro por não privar da intimidade dele).

Também não tínhamos como desconfiar que a dona, ou, como ela se autodenomina, mãe de Edward ficaria ofendida com a publicação da matéria sobre outro cãozinho colorado. E assim abrimos uma perigosa frente. Porque, uma vez que existem dois cachorros associados ao Inter, quem garante que não haverá mais? E os gatos, que também são receptáculos de incondicional amor de seus donos? E os peixinhos dourados? Tenho um amigo que ama seu peixinho dourado. E, por que não?, os cágados carnívoros? Ou um cágado carnívoro não pode ser sócio do Inter? Francamente, é melhor ficar à margem do mundo animal.

A pergunta realmente fica no ar: Oras, se existem dois cães que são sócios do Inter, quem garante que não há outros mais?

Assim, realmente é muito fácil de atingir a meta de 100 mil sócios.


Acabou!

17 Fevereiro, 2009

Depois de quase dois meses de novela, digo, de negociações, finalmente Máxi Lopes se apresenta ao Grêmio.

Depois da confirmação da contratação do jogador, o tricolor poderá contar, para a Libertadores em especial, e para o brasileirão de quatro atacantes de grande escalão:

Jonas, que vem se destacando a cada partida que faz, mostrando que é matador; Alex Mineiro, que foi contratado para ser artilheiro, mas tem mostrado excelente “garçom”. Não que eu ache que ele deva fazer esse papel, pelo contrário, acho que ele deve é meter bola na rede; Herrera, que ainda está em treinamento intensivo, mas que fez boa partida nos dois últimos jogos, sendo que no primeiro, participou da jogada que resultou em gol; e por fim, o Maxi, que veio com a intensão de jogar bom futebol e mostrar pra que veio.

Já na sua coletiva de apresentação, ao ser perguntado se pediria conselhos ao jogador colorado D’alessandro, por também ser argentino, sobre dicas de Porto Alegre e coisas do gênero, foi enfático: “Agora sou gremista, não quero papo com colorados”.

Me parece que no próximo GRE-nal, teremos fogo em campo…


Capítulos extras

6 Fevereiro, 2009

E não é que a novelinha que já havia sido decretada como encerrada ganha uns capítulos extras?

Da Zero Hora:

Maxi López acerta pendências com o FC Moscou
Atacante ainda poderia ser contratado pelo Grêmio na próxima semana

Quando parecia encerrada, a novela Maxi López recomeça no Estádio Olímpico. De acordo com a Rádio Gaúcha, o atacante argentino acertou suas pendências com o FC Moscou. O dinheiro que o clube russo devia ao jogador era o motivo que inviabilizava a sua saída. Agora, é possível que ele seja contratado por outro clube, e o Grêmio é candidato.

A direção já teria sido avisada e estaria tratando do assunto. Como o clube está focado no Gre-Nal de Erechim até domingo, a contratação pode ser anunciada no início da próxima semana.

O diretor-executivo Mauro Galvão não foi localizado por telefone no início da tarde, para mais informações.

O cara já foi dado como certo, foi dado como incerto, foi cancelado o negócio. Depois foi dado como certo novamente, como incerto e cancelado o negócio. E agora, lá vamos nós outra vez, pela terceira vez.  Vamos ver o que dá desta vez. Espero que termine com um final positivo.

A propósito, será que Roth ousaria jogar num quatro-dois-quatro? Acho que ele não seria louco a este ponto.


A novela chega ao fim

5 Fevereiro, 2009

Já não era a hora desta novela chegar ao fim. Dias após a minha publicação a respeito da enrolação da contratação de Herrera e Maxi Lópes, a novela finalmente teve seu ponto final.

Bem, foi um final, não muito diferente de outras novelas, mas ao menos, terminou com saldo positivo.

Herrera, como era de se esperar, foi contratado. Já está no Grêmio e treinando. Está um pouco acima do peso, mas nada que um bom treinamento impeça-o de estrear na Libertadores, dia 25 de fevereiro contra o Univesidad do Chile.

Do outro lado, Maxi, preferiu curtir o friozinho russo. Na realidade, ele não quis vir pro Grêmio pois o FC Moscou lhe deve uma bufunfa e não queria sair do velho continente sem a sua grana. O Tricolor lhe deu um prazo e Maxi preferiu ficar por lá.

Bem, não foi uma novela com um final 100% feliz, mas ao menos terminou bem. Quem não tinha um outro atacante e lutava por dois, acabou ficando com um. Lucro de 50% pra nós.

A propósito, Herrera, na sua chegada em Porto Alegre, foi recebido por 200 torcedores elouquecidos. Como já tinha dito antes, Herrera poderá contar com todo o apoio da torcida.

É agora que Celso Roth pira com as estratégias. Ele poderá optar pelo tradcional quatro-quatro-dois; poderá usar o três-cinco-dois, como treinou no final da pré-temporada (e sua estratégia preferida, por sinal); tem como opção o três-seis-um, como fez contra o Novo Hamburgo e que deu bem certo, provando que o time não fica retrancado; ou poderá usar – e se Deus quiser ele usará – o quatro-três-três, no estilo Holanda de jogar, com Jonas, Herrera e Alex Mineiro no ataque e dois ponteiros pelas laterais.

Vai ser uma loucura!!!


Dinheiro na mão é vendaval

4 Fevereiro, 2009

Do blog do Wianey:

Fortuna está acabando com craques brasileiros

Se alguém quiser escrever um sucesso editorial garantido, basta reunir Ronaldo Nazário, Adriano Imperador, Ronaldinho Gaúcho e Robinho e relatar as suas escabrosas aventuras noturnas. Todos os ingredientes que garantem ampla repercussão, seja em livro ou filme, estariam presentes em doses industriais: sexo, ação, orgias e o que mais a imaginação possa produzir.

Cada um dos quatro jogadores já recebeu a classificação de craque — um exagero tratando-se de Robinho e Adriano, que são, no máximo, bons jogadores. Mas todos eles fizeram fortuna, rapidamente, o que pode explicar a vida desatinada que levam.

Adriano já se tornou dependente alcoólico. É um caso médico. Ronaldo Nazário resolveu acrescentar aos seus maus hábitos outro que é mortífero para um atleta: começou a fumar. Ronaldinho Gaúcho perdeu-se em meio a estafante agenda social. Não consegue mais jogar como jogava antes. Ainda não chegou aos 30 anos e já parece um veterano. E Robinho está se notabilizando por baladas que tanto podem acontecer em uma boate ou em algum camarote do Maracanã.

Todos eles, se tivessem boa postura profissional, ainda teriam alguns anos para oferecer ao futebol o talento especial com que foram premiados pela natureza, sem custo algum. Entretanto, estão sucumbindo às tentações que estão disponíveis para quem tiver elevado saldo bancário e muita fama.

O dinheiro está acabando com os quatro.

Pois bem. Eu gostaria e vou contrapor este blogueiro institucionalizado.

Jogar futebol profissional é o sonho de, pelo menos, 90% dos garotos brasileiros entre cinco a 18 anos, seja de que classe social ele for. E isso é inquestionável, ok? Ok. Basta o muleque  demonstrar alguma habilidade com a bola, ou algum dom para o esporte e deu. Seu sonho nasceu.

É claro que desses 90%, nem 5% consegue chegar ao profissionalismo. Isso também é inquestionável. Outro fato inquestionável, é que desses quase 5% que chega ao profissionalismo, menos de 1% consegue ganhar as fortunas dos grandes craques. Para finalizar o início do meu raciocínio, desses 1% que chegam a ganhar grandes fortunas, 99,9% vem de famílias pobres e humildes.

Ou seja, estes jogadores, antes de brilhar no futebol, não faziam idéia do que se pode fazer com 10, 100 mil reais. E derrepente, passam a brilhar no futebol mundial e conseqüentemente a ganhar milhões de dólares ou euros por ano. Uma quantia inimaginável para a maioria de nós, seres comuns.

Bueno. Pegamos exemplos da dupla RoGo & RoGa. Ronaldo Gordo e Ronaldinho Gaúcho. Ambos vieram de famílias pobres, de baixa escolaridade e possivelmente, sem espectativas futuras caso não descem certo no futebol. Porém explodiram no futebol mundial e sairam do negativo na suas contas bancárias, para ter um super saldo positivo pra lá de alguns milhões. Casualmente, isso acontece também com Robinho e Adriano.

Não bastando a infinidade de dinheiro que eles passaram a ganhar com o futebol, eles ganharam também com publicidade, afinal, o mercado da bola extrapola os limites das quatro linhas do campo. Nike, Adidas, Coca-Cola, Pepsi, Santander, etc, etc e etc… E com certeza os garotos-propaganda não ganhavam pouco para serem filmados ou fotografados chutando uma bola ou uma latinha, ou uma garrafa pet.

E isso que nem acrescentamos na lista de lucros, os direitos de imagem televisivas, ou de uso promocional. Mas é claro, que essa parte é mixaria, não devendo ganhar mais que uns 250 ou 300 mil dólares.

Se bem me lembro, Ronaldo Gordo foi pra Europa em 1994 ou 95 pro PSV da Holanda, depois jogou no Barcelona e estourou em 96/97 na Inter de Milão.

Ou seja, já faz uns bons 15 anos que ele vive do futebol e de todas as suas regalias. E mesmo ganhando rios de dinheiro, não deixou de se dedicar ao futebol, nem por um segundo. Nem quando teve que ficar parado por 8 meses por causa do joelho.

Mesmo depois disso tudo, ele continuou jogando bola. E ganhando dinheiro, é claro. Real Madrid, Milan e hoje Curintiá. Este último, com certeza é só pra continuar batendo uma bolinha, porque de títulos ele já está farto. E de dinheiro, também.

Já Ronaldinho Gaúcho está em alta a menos tempo. Em 98 explodiu no Grêmio e foi pro PSG da França, depois foi pro Barcelona onde aí sim chegou ao estrelismo.

Ambos jogaram Copas do Mundo, onde RoGo foi campeão duas vezes e Roga uma, ambos ganharam o prêmio de melhor jogador do mundo. Ambos deixaram sua marca na história do futebol mundial e deram alegria ao povo brasileiro.

Adriano e Robinho foram fazer sucesso no início dessa decada, mas não quer dizer que não joguem muita bola. E não quer dizer também que não ganharam rios de dinheiro.

Eles também jogaram copas do mundo e também deixaram suas marcas na história. Mas creio que também querem extravagar, gastando dinheiro feito loucos.

Depois de toda essa maratona futibolística, uns mais outros menos, está na hora deles pensarem em sí, não é? Afinal, de que adianta ganhar tubos de dinheiro se não pode usufrui-los?

O pé de meia deles já esta feito e é grande o suficiente pra garantir o futuro de pelo menos mais três gerações de suas familias.


Reforços pra Libertadores? Tragam o Jardel!

19 Dezembro, 2008

Sempre que se fala de Libertadores, eu me lembro do Grêmio. E sempre que se fala em Grêmio na Libertadores, eu me lembro daquele Grêmio de 95.  E não tem como não falar do Grêmio de 95, sem se lembrar do Jardel.

Nos dois próximos meses, o Grêmio estará se preparando para jogar mais uma Liberatdores. E pensando nisso, já está buscando reforços para o plantel do ano que vem.

Contudo, o novo presidente do Grêmio, Duda Kroeff, já anunciou que não fará grandes contratações, por questões financeiras.

Hoje fiquei sabendo que o Jardel está sem clube. Oras, se o problema é grana e a busca será por jogadores bons e baratos, por que não repatriar o ídolo de 95 e 96?

A torcida o ama e será apoiado com todas as forças por ela.

Além disso, ele sabe muito bem os caminhos para levantar um caneco de Libertadores.

Com dedicação e muito treinamento, ele pode recuperar a sua forma e jogar o futebol dos velhos tempos. Sem contar que agora, Jardel está mais experiente, já passou pelos gramados europeus, sendo artilheiro do campeonato português diversas vezes.

Volta Jardel e levanta novamente a taça da libertadores!!!