Eu acredito!

30 Outubro, 2008

Apesar da vergonhosa derrota do Grêmio ontem, por 3×0 para o Cruzeiro, eu ainda acredito na reviravolta tricolor.

O Grêmio sofreu um gol a 15segs do primeiro tempo o que desestabilizou toda a equipe. Criou poucas oportunidades de gol na primeira etapa e na segunda estava jogando progressivamente, até tomar o segundo gol. Depois disso, desapareceu.

Apesar disso tudo, eu ainda acredito no título! E acredito mais. Acredito que podemos sair campeão, sem ter que se preocupar com os resultados alheios. É claro que a cada derrota dos outros times que estão no G4, mais o Flamengo que também está na cola, não será mal vista, mas acho que para levantarmos o caneco, só dependemos de nós mesmos.

Hoje fecharemos a 32ª rodada, porém para o Grêmio e os times que estão no seu encalço esta rodada já passou e agora só lhes restam seis partidas, totalizando 18 pontos. Destes seis jogos, três serão no glorioso Olimpíco Monumental, onde o o tricolor perdeu apenas uma partida ao longo deste campeonato, para o Goias, por 2×1.

Mas o mais interessante disso tudo, é que estes três jogos fora, o único que realmente me preocupa é contra o Palmeiras, no Parque Antartica. Fora isso, jogaremos contra Vitória e Ipatinga, em suas casas, mas nada muito dificil, tão pouco impossível.

Em casa, confrontaremos Figueirense, neste domingo, Coritba e Atlético MG, que vencemos em suas casas por 7×1, 1×0 e 4×0 respectivamente.

Ou seja, desses 18 pontos que estão em jogo, temos e devemos ganhar pelo menos 13. Isso significa ganhar TODAS em casa e ganhar uma e empatar outra fora. Quer dizer, se caso ocorra um eventual tropeço no Palmeiras, não será o fim do mundo, ainda assim, podemos sonhar com o tri campeonato.

E sinceramente, o Grêmio gosta de dar emoção aos seus torcedores, até o último minuto do último jogo. Para ele, não existe campeonato fácil, todos os jogos são jogados com a emoção de uma final. Cada vitória é comemorada com a proximidade das mãos na taça, cada derrota, é sofrida como a perda de uma decisão.

Por isso, conhecendo o time que eu torço, digo e repito: EU ACREDITO!!!


Falando nisso…

29 Outubro, 2008

Ainda sobre o grupo de pixadores…

Do Outro Ângulo do Ramiro:

Um grupo de pichadores paulistas vêm anarquizando as artes, nos últimos tempos. Desta vez a ação se deu no segundo andar do prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera, onde ocorre a 28ª Bienal de São Paulo. Segundo a Folha de SP, eram cerca 40 os autores e pintaram o segundo andar, que estava vazio, não danificando as obras expostas.

Com a finalidade de transcender “além do bem e do mal”, os pichadores já eram esperados. A Curadora Ana Paula Cohen disse antes da abertura da exposição – “Tenho amigos que já vieram me alertar sobre um grupo que estaria se organizando para invadir e pichar a Bienal. Acho complicado porque algumas das pessoas que viriam até aqui fazer isso podem não ter noção do que é este espaço e do que ele representa”.

A segurança fechou os acessos e a saída do público foi impedida até que a polícia chegasse. Pelas fotos, parece que um rapaz e uma moça foram presos. Todos outros fugiram por UMA vidraça, não algumas como diz no G1, quebrada próxima da entrada do local.

A partir de agora, os visitantes terão de passar por detector de metais e não poderão portar mochilas. Não há nenhuma menção ao ato no site da Fundação Bienal de SP.


Protesto contra protesto

29 Outubro, 2008

Toda forma de protesto é valida, quando bem fundamentada. E dentre muitas formas de protesto, eis que surge o grafite. Apesar da prática ser exercida des do império romano, foi a partir dos anos 90 que começou a ser usado como arte-protesto. Hoje em dia,  é um dos exemplos mais fortes de arte de rua e que está tomando conta do planeta. Além disso, o grafite, já virou produto de consumo, onde grafiteiros são contratados para pintar muros e  fachadas de diversos lugares pra quebrar aquele cinza-concreto comum na selva de pedras.

Porém, falsos grafiteiros esqueceram da origem deste “produto” e vem se utilizando desta arte pra ganhar dinheiro, o que tem gerado muita polêmica no meio dos artistas de rua. Ao invés de dar continuidade a essa discussão interminável, um grupo de pixadores preferiu agir, com o intuito de protestar contra a mercantilização do grafite e defender os ideais da arte-protesto. Eles invadiram a Galeria Choque Cultural, famosa por divulgar e vender as artes do meio underground, pixando paredes, quadros e obras expostas no local.

Um protesto fantástico, onde a muito tempo não viamos nada desse porte. Em cinco minutos o grupo entrou, deixou sua marca e foi embora. Me fez lembrar dos tempos da ditadura militar, quando jovens invadiam e pixavam prédios públicos em defesa da liberdade de expressão.

Oras, utilizar do grafiti para pintar muros, mesmo que o grafiteiro ganhe pra isso, é uma coisa, mas decorar telas utilizando da técnica de grafitagem para enriquecer com a arte que surgiu como forma de protesto, é outra bem diferente. A arte é de rua e por isso, tem que estar nas ruas e não em telas penduradas em paredes de burguêses que a tempos atrás a criticavam.

É valido lembrar, que neste caso, eu sou um mero espectador que vê a situação de fora e que defende de uma opinião contrária a de muitos. Eu não sou do meio do grafite, mas não poderia deixar de expressar minha opinião a respeito deste assunto.

É valido lembrar também, que o responsável principal por esse ato é Rafael Guedes Augustaitiz, o mesmo que foi expulso em julho, do Centro Universitário Belas Artes, onde ele, juntamente com outros

40 jovens foram a universidade com latas de spray que escondiam sob as roupas, cobriram a fachada, recepção, escadas e salas de aula com as letras pontudas de difícil decifração que caracterizam a pichação paulista. Seguranças e pichadores trocaram socos e pontapés, e a PM acabou prendendo sete jovens –Augustaitiz, entre eles.

O estudante considerava a ação seu TCC (trabalho de conclusão de curso), última etapa antes da formatura. “Considero criminosa a ação do aluno. Não considero esta ação como arte. Não considero a possibilidade de aceitar essa manifestação como trabalho de conclusão de curso”, afirmou a professora do rapaz, Helena Freddi, dias depois da ação.

Trecho retirado da Folha de São Paulo


Teoria Oposição x Situação – Parte 1 [2] 3 4 5

29 Outubro, 2008

Depois de algum tempo, volto a falar sobre a teoria da Oposição x Situação. Nessa segunda parte dessa ”mini-série” de cinco capitúlos, continuarei falando de questões políticas, mas desta vez apartir do momento em que a oposição virou situação. É engraçado ver como o jogo muda apartir daí.

…continuando nossa história…

…Quando o nosso Presidente Lula finalmente conseguiu chegar a presidência, todos acreditavam que as coisas iriam mudar, que viveriamos um processo de melhorias, que a desigualdade iria diminuir, que a corrupção iria acabar entre uma infinidade de outras coisas que esperávamos que acontecesse.
 
Muitas pessoas acreditavam que aquele 1º de janeiro de 2002, seria um marco para a história nacional. Tanto acreditavam, que a Praça dos Três Poderes, em Brasília, foi tomada por multidões de diversas regiões de todo o Brasil. Mais de quinhentas mil pessoas, no mínimo, estiveram lá, para comemorar a posse do presidente e do que se acreditava, inicio da verdadeira democracia.

O povo estava em festa, o Brasil etava em festa. Foram alguns meses até a máscara cair e Lula se mostrar a ser igual a qualquer outro presidente que passou pelo Palácio do Planalto.

Lula viu o quão duro é ser situação. Quisera ele voltar no tempo e voltar aos belos momentos em que ele era oposição. O povo se desiludiu, afinal, acreditava em novos tempos e caiu na labia do agora, Senhor Luis Inácio Lula da Silva.

E para quem acreditava que o ano de 2002 seria um marco histórico positivo para o Brasil, se tornou num dos terriveis momentos da nossa história.

A partir daí, a esquerda se rompeu e com isso, todos os movimentos sociais, sindicais e estudantis se dividiram em governistas e opositores.

Aquilo que o MST, a CUT e a UNE, tanto criticavam quando o PT não estava no poder, passou a ser defendido com unhas e dentes. As vezes, com ressalvas. O governismo tomou conta das prnicipais instituições de representatividade do país.

(A UNE já havia se perdido como representatividade há algum tempo. Lá em 92, com o movimento dos Caras Pintadas, que buscava a cassação do então presidente Collor, e que tinha um suspeito apoio e envolvimento da Globo. A mesma Globo que o pos no poder, fez de tudo pra tirá-lo de lá.. E de fato conseguiu. Mas apesar dessa história, a UNE ainda podia ser conciderado um braço das construções de esquerda no país).

Os dois primeiros anos de mandato do novo presidente se passaram com um ar de esperança. Acreditavam que as mudanças de postura do sindicalista de esquerda era ainda justificável, afinal, não se poderia mudar todas as cagadas históricas em dois anos. Porém aos poucos cada cidadão que acreditou em Lula, foi caindo em sí e voltando a realidade, vendo que nada mudaria e que Luis Inácio era igual a qualquer outro.

A prova disso veio nas eleições de 2006, quando Lula radicalizou geral. Passou a aparecer de terno e gravata, e trocou o seu “Companheiros e Companheiras” por um “Meus amigos e minhas amigas”.  Foi o atestado de igualdade aos seus antecessores que estava faltando.

E o inesperado aconteceu. No país, já não existia mais oposição, não existia mais representatividade de esquerda e todas as unidades que se tinham entre partidários diversos e independentes se perderam. Cada partido queria levar o osso para casa e os independentes se viram no meio de uma guerra político-partidaria sem tamanho.

Nem toda situação atua como Lula tem atuado, radicalizando geral na postura, mudando o discurso, agindo de modo oportunista, mas com certeza, ser oposição é bem mais fácil.

…Nos próximos capitulos, a aplicação dessa teoria em outros âmbitos da nossa vida…


Paparazzo a solta pelo Campus

28 Outubro, 2008

Após o escandalo que envolveu Ronaldo Nazário, flagrado com travestis em um motel no Rio de Janeiro, a busca por este tipo de furo virou moda chegando por aqui, nas bandas do Rio dos Sinos.

Desta vez, o flagrado foi, nada menos que o nosso coordenador de curso, Edelberto canudo na mão e dinheiro no bolso Behs(tá?), desfilando pelo campus, com sua, ahnnn…amiga alta, de voz grossa e com gogó.

Sem comentários, né?

Sem comentários, né?


Termos de motor de busca

28 Outubro, 2008

Não tendi

Num tendi


Frase da semana:

23 Outubro, 2008

“De dentro do piníco só se ve a borda e as merdas”

Meu padrasto, se referindo ao fato de que as vezes, precisamos olhar as coisas com os olhos de quem vê de fora,  para ver que a vida é muito maior que nosso umbigo.


Balas pro Baleiro

17 Outubro, 2008

Não seria eu, se eu chegasse na hora certa. Novamente estava atrasado. O show já havia começado e o Opinião estava bem cheio pra uma quarta-feira chuvosa. Obviamente, as pessoas com quem eu tinha combinado de me encontrar, já estavam lá dentro há algum tempo. Doce ilusão seria acreditar que eles estariam próximo a porta da entrada, ou nos entornos do bar. Claro que não. Eles queriam sentir a emoção do show, colado no palco, bem próximo das caixas de som. De fato, não há lugar melhor. Entre pisadas e empurrões, finalmente consegui encontrá-los. “Até que fui rápido, ainda nem terminou a primeira música”, pensei.

Era a primeira vez que ia a um show do Zeca Baleiro, mas já suspeitava da energia que rolaria por lá. Zeca estava lançando o seu novo álbum, “O Coração do Homem Bomba” e como eu ainda não havia tido tempo para ouvir as novas músicas antes do show, depois de tomar conciência daonde estava, me desliguei do mundo e mesmo atrasado, começei a entrar no clima do local.

Entre uma música e outra, a Ju me traz de volta à terra por alguns instantes para me mostrar o que ela tinha levado pra lá. “Olha só o que eu trouxe”, disse, abrindo a mão. Era um pacotinho, bem embrulhado, com uma fitinha, dessas de presente. “São balas. Eu vou jogar pra ele”, completou. Ao final da frase, dei uma risadinha, meio sem entender o que ela queria dizer com isso e no instante seguinte, já me desligava do mundo novamente.

O casal na nossa frente estava bem emocionado. Por instantes acreditei estar num show do Capital Inicial, pela tamanha empolgação que eles pulavam. Na verdade, o cara. A guria era mais contida, apesar que em alguns momentos, extravasava. Acho que era o primeiro show da vida dele. Até uma cotovelada, uma hora ele deu nela. Aquela euforia toda do casal da frente, ao mesmo tempo que me divertia, me distraia, e eu ficava entre idas e vindas ao que realmente me interessava, que era ver o show.

E nessas idas e vindas, aquela história da Juliana de jogar balas, não saía da minha cabeça. E por falar nisso, foi no meio desses devaneios que ela o fez. Ele estava contando algum caso para descontrair o público, quando ele olhou pro lado direito do palco, onde nos encontrávamos, e pudemos ver o embrulho voador. Caiu nos pés dele. Parecia que tinha sido calculado. Ele pegou o pacote, agradeceu, sem nem saber o que era e pendurou no pedestal do microfone. A Juliana tava que era só sorriso ao ver que seu presente havia chego ao seu destino e que agora estava em boas mãos.

Foi quando aconteceu: o pacote caiu do pedestal, fazendo assim, cair algumas balas do saquinho. Zeca Baleiro pegou o seu presente do chão e entregou ao um Roadie, pedindo que levasse para dentro, para degustá-las depois. “Seria muito massa se ele jogasse algumas balas para o público” pensou alto a Ju, que adoraria ver suas balinhas de fã para o ídolo, virarem um presnte do ídolo para os fãns. Oras, foi um presnte como tantos outros que ele já ganhou, mas que teria seus valores invertidos quando devolvido ao público, que nunca havia ganho nada do Zeca Baleiro.

Baleiro… Baleiro… Baleiro… É CLARO! Tudo fez sentido. A Ju levou balas pro Baleiro. Era apenas uma brincadeira. Uma sacada bem ligeira. Eu que nunca tinha me dado conta que o Baleiro do Zeca, vinha de balas.

Finalemnte, depois disso, pude me desligar novamente e curtir o show sem que nada me atrapalhasse. Nem o casal da frente conseguia mais me distrair. Mas aí já era tarde. As luzes se acenderam e os músicos foram para frente do palco serem ovacionados pela galera que pedia mais. “Mas que show curtinho, já acabou” falei pra Ju, que no mesmo instante já puxava o seu celular para ver as horas. “Dé, acho que não foi tão curtinho assim, já se passaram duas horas”, respondeu tão apavorada quanto eu.

De fato, quando a coisa é boa, nem sentimos o tempo passar…


Concurso mágico

16 Outubro, 2008

Galera, eu e uma penca de amigos da Unisinos, estamos participando de um concurso cultural do site fizTV, que selecionará o clipe da música Cidadão de Papelão, da banda Teatro Mágico, que irá passar na MTV.

Semana passada tivemos a notícia que haviamos passado para a fase final do concurso, ficando entre os 10 melhores videos do Brasil.

Esta semana, entrou no ar o site para que todos possam votar e escolher o clipe que irá aparecer nas telas em rede nacional.

Para assistir nosso video basta acessar esse link aqui e para votar, é só clicar no terceiro botão que aparece quando você passa o mouse em cima do video.

O número de votos por pessoa é infinitamente eterno, incansavelmente para sempre, ou seja, se quiser realmente nos ajudar, vote quantas vezes quiser!

Assistão ao video, mostre pros seus amigos, ajude a divulgar e não esqueça de votar!!!


Sexta-feira

10 Outubro, 2008

Éééé amigos… hoje é sexta! Ainda bem. E o que se faz mesmo?

Sugestões?